Sobre
Paper arXiv de junho de 2026, aceito no workshop NextGen Learning Interfaces da AIED. Ele argumenta que educação adaptativa deve usar Generative UI no momento de autoria, não apenas no runtime do aluno, para que instrutores validem representações acessíveis e específicas de modalidade antes do uso.
Resumo
1. Lente de GenUI em design-time: Move a geração para a autoria curricular, não só para adaptação na entrega
2. Argumento de acessibilidade: Enquadra interfaces audio-first, simplificadas, interativas e low-bandwidth como representações que precisam ser verificadas antes do uso
3. Modelo de cartões semânticos: Propõe unidades modality-agnostic que podem virar múltiplas formas de interface
4. Custo e qualidade: Explica por que inferência por aluno em runtime pode ser cara e difícil de validar
5. Encaixe na coleção: Complementa MAIC-UI com um argumento de learning sciences para GenUI educacional verificada